Contexto
Uma empresa de contabilidade no Grande Porto, com cerca de vinte colaboradores. Tinha comprado licenças de Microsoft 365 Copilot meses antes, e quase ninguém as usava.
Uma empresa de contabilidade no Grande Porto, com cerca de vinte colaboradores. Tinha comprado licenças de Microsoft 365 Copilot meses antes, e quase ninguém as usava.
O receio era legítimo: dados de clientes são matéria sensível, e sem regras claras a equipa preferia não arriscar. As licenças ficavam paradas, o investimento não dava retorno, e cada colaborador decidia sozinho, alguns usavam ferramentas públicas por conta própria, sem qualquer controlo.
Desenhámos um programa de seis semanas, à medida das funções e das ferramentas da casa:
Ao fim das seis semanas, toda a equipa usava IA semanalmente nas tarefas reais, com uma poupança auto-reportada na ordem das 4 horas por colaborador por semana. A política interna de IA foi aprovada pela gerência e o uso de ferramentas não autorizadas com dados de clientes terminou.
A barreira não era técnica, era a ausência de regras. Assim que a política de IA definiu o que se pode e não pode fazer, a adoção deixou de ser um risco e passou a ser um hábito.
Programas à medida do setor e das ferramentas que a equipa já usa, do diagnóstico ao acompanhamento.
O percurso de formação aplicado neste projeto, Word, Excel, Outlook, PowerPoint e Teams.
Desenhamos um programa a partir das funções, ferramentas, documentos e regras reais da empresa.
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